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Quando a crise inspira… e o pastel explica 🍴

Olá, rede querida!

Como estão?


Setembro chegou intenso, com muitas reflexões sobre crises, imaginação e também sobre como financiamos o impacto que queremos ver no mundo.


☀️ Crises como interrupções férteis


O mês começou bem difícil por aqui e, ao buscar me afastar para cuidar de mim, me encontrei com reflexões das queridas Mari Campanatti e Mari Ribeiro.


Uma me fez pensar nessa dança entre acreditar no impacto do próprio trabalho e sentir-se absolutamente impotente diante das incertezas do mundo


A outra, a partir de uma troca linda sobre a crise da imaginação, me levou até o pensador Bayo Akomolafe e seu conceito de postativismo.


Ele nos convida a enxergar as crises não como algo a ser resolvido rápido, mas como interrupções férteis — momentos para desacelerar, escutar e experimentar. Um convite contraintuitivo, mas necessário em tempos urgentes (e especialmente simbólico neste Setembro Amarelo).


👉 Vale mergulhar nessa perspectiva: são 7 minutos de conversa, que valem por muitos anos de reflexão.


🥟 Pastel de impacto


Mudando de campo, mas ainda falando de rupturas necessárias, compartilho uma iniciativa do Instituto ACP que me encantou: uma adaptação criativa de um vídeo internacional que mostra, com humor, como seria se barracas de pastel fossem financiadas do mesmo jeito que ONGs.


O resultado é uma provocação inteligente e bem humorada sobre nossas práticas de doação e financiamento.



👉 A reflexão se conecta ao Guia de Financiamento Participativo, lançado recentemente pela Iniciativa PIPA, que reúne modelos e princípios para tornar as doações mais equitativas e efetivas.



Entre crises e pastéis, fica o lembrete: há sempre novas e melhores formas de repartir — tempo, recursos e esperança.


Com carinho,

Tati


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